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Mecânicas do BrasManager

Rivalidades e clássicos

Clássicos tradicionais e rivais que nascem brigando pelo topo. Jogo de rival tem mais cartões, mais pressão e pesa mais no vestiário e na torcida.

clássicobrigando no topoum sai da brigaesquenta e esfria

Como funciona

Um par de clubes pode ser rival por três motivos. Local: mesma cidade ou região. Histórica: uma briga antiga, como a do Santos com os grandes da capital. Competitiva: nasce jogando, quando dois clubes brigam pelo topo ano após ano.

A local e a histórica vêm prontas e nunca esfriam: o save começa com os clássicos tradicionais do futebol brasileiro. A competitiva nasce no fim de cada temporada. Todo par de clubes que terminou entre os quatro primeiros da liga esquenta, e o campeão e o vice esquentam mais. Se o par não voltar a brigar, a rivalidade esfria aos poucos até sumir.

Cada motivo tem a sua força, e o jogo junta os motivos sem nunca passar do máximo: um motivo forte já faz um clássico; dois fazem um clássico ainda maior. Passou do limite, o jogo ganha o selo CLÁSSICO.

Num jogo de rivais sobem os cartões, para os dois lados, e sobe a pressão: cada time pode ter um dia bom ou ruim, sem favorecer ninguém na média. O capitão em campo segura parte dessa oscilação. O jogo pesa mais na moral, com revanche e freguesia, e o mando de campo fica mais forte. Nos clássicos tradicionais, o estádio enche mesmo com o time em crise.

A torcida conta os clássicos da temporada: cada vitória anima, cada derrota irrita, até um limite, e no ano seguinte a conta recomeça. A diretoria trata o clássico como um jogo qualquer.

Uma decisão puxa a outra

O rival que nasce da tabela

você decide

Você briga pelo título com o mesmo clube ano após ano.

acontece

A rivalidade competitiva esquenta a cada temporada.

acontece

Em três ou quatro anos, o jogo ganha o selo CLÁSSICO.

você paga

Mais cartões e mais pressão, e cada resultado contra ele passa a mexer na torcida.

Sair da briga

acontece

Você deixa de brigar pelo topo com aquele clube.

acontece

A rivalidade nova esfria um pouco a cada ano, até o selo sumir.

você ganha

O clássico local com o vizinho segue igual, para sempre.

Marcar forte no clássico

você decide

Você manda marcação forte contra o rival máximo.

você paga

Os dois pesos se somam, e chovem cartões.

você paga

Mais expulsões, mais pendurados e desfalques na rodada seguinte.

O clássico na crise

acontece

Seu time está mal, e vem o clássico tradicional.

você ganha

O estádio enche mesmo assim, e a bilheteria salva o mês.

você ganha

O mando fica mais forte justamente quando o time mais precisa.

Na prática

A torcida e o emprego

  1. Temporada

    Seu time vai mal no campeonato, mas ganha todos os clássicos.

  2. Torcida

    A torcida fica do seu lado: cada vitória sobre o rival anima.

  3. Diretoria

    A diretoria não dá peso especial ao clássico. Quem demite é ela.

  4. Ano seguinte

    O crédito com a torcida recomeça do zero.

Ganhar o clássico salva o humor da arquibancada, não o seu emprego.

A revanche

  1. 1º turno

    Você perde o clássico de goleada.

  2. Returno

    O vestiário entra com sede: o jogo pesa bem mais na moral, para o bem e para o mal.

Quem vem ganhando sempre do rival ainda leva um empurrão de confiança; o freguês, um desconto.

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