Como funciona
Existem duas morais: a do time, que é o clima do vestiário, e a de cada jogador.
A moral do time muda depois de cada rodada da liga, para todos os clubes. Vitória levanta, empate segura, derrota derruba, e a goleada pesa mais que o placar magro. O clássico pesa mais, para o bem e para o mal. Se o time perdeu o último confronto com aquele rival, o jogo seguinte pesa mais ainda: é a revanche, e quanto mais feia foi a derrota, maior a sede. E quem vem ganhando o confronto entra com um empurrão de confiança, enquanto o freguês entra com um desconto.
A moral do time mexe no rendimento do time inteiro, em todos os jogos. Alta, o time rende um pouco acima do nível. Baixa, rende bem abaixo: o tombo da moral ruim é maior que o ganho da moral boa.
A moral de cada jogador existe nos clubes dos técnicos humanos. Depois de cada rodada da liga, ela sobe se ele entrou em campo, mesmo que por poucos minutos, e desce se não entrou. Ela também herda parte do clima do time e responde ao contrato: quem ganha bem acima do que vale fica mais feliz, quem ganha abaixo fica menos. Animado, o jogador rende alguns pontos acima da força; abatido, alguns abaixo.
Quem você contrata chega com a moral do interesse que tinha na proposta: o jogador empolgado chega animado.
Uma decisão puxa a outra
O titular encostado
Você deixa um titular no banco por várias rodadas.
A moral dele desce rodada a rodada, e o painel mostra "pouco usado".
Quando ele volta, joga abaixo da própria força.
Rodar espalha ânimo
Você roda o elenco para poupar energia.
Quem entra, nem que seja por cinco minutos, conta como quem jogou.
O fôlego agradece, e a moral boa se espalha pelo grupo.
Quem fica totalmente de fora desanima.
O salário que atrasa
Você gasta além do caixa.
O salário atrasa, e o vestiário perde moral a cada rodada.
Com uns empates no meio, o clima fica ruim e o time rende menos.
Cada jogador herda esse clima.
A bola de neve
O time engata uma sequência de vitórias.
A moral do time sobe, o time rende mais, e cada jogador herda parte dessa alta.
Mais vitórias vêm, e a bola de neve também gira ao contrário.
Na prática
O clássico da revanche
- 1º turno
Você perde o clássico de goleada. O vestiário fica com sede.
- Returno
O jogo contra o mesmo rival pesa bem mais na moral. Vencer levanta o grupo; perder afunda mais que uma derrota comum.
- Se perder de novo
O rival que venceu os dois passa a entrar com o empurrão da freguesia.
No ano seguinte, a conta recomeça.
Contratar bem pago
- Negociação
Você paga ao reforço bem acima do salário justo dele.
- Chegada
Ele chega empolgado e "bem pago", com a moral lá em cima, jogando acima da força.
- Todo mês
A folha pesa no caixa, e se o caixa estourar, o salário atrasa para todos.
O que pesa na balança
Pagar bem
Ganha
- Jogador animado, rendendo acima da força.
- Mais chance de ele topar vir.
Paga
- Folha mais pesada todo mês.
- Risco de atrasar o salário de todo mundo se o caixa apertar.
Em breve
Ficha nova do jogadorcom a moral e os motivos dela na mesma tela.
Mexe com
- Rivalidades e clássicosClássico, revanche e freguesia pesam mais na moral.
- Elenco e energiaQuem entra em campo fica animado; quem fica de fora desanima.
- Mercado e finançasSalário atrasado derruba o vestiário, e o contrato mexe na moral de cada um.
- A PartidaA moral do time pesa no rendimento de todos, em todo jogo.