Como funciona
O técnico tem uma reputação em seis níveis: Municipal, Estadual, Regional, Nacional, Continental e Mundial. Ele começa com a reputação do clube que dirige no início do jogo: quem começa num gigante já é técnico de nome; quem começa num clube pequeno, ou desempregado, começa como Regional.
A reputação sobe com títulos (os das Séries e da Copa do Brasil pesam mais), acessos, vices e campanhas acima do que a diretoria esperava. Cai com rebaixamento, campanha abaixo do esperado e saída do clube, e ser demitido custa mais caro que pedir para sair.
A reputação abre e fecha portas. No mercado, jogador de clube maior só aceita ouvir proposta de técnico de nome, e a tela de negociação diz quando a reputação ajudou ou atrapalhou. Clube maior aceita o seu convite de amistoso. E é ela que decide quais clubes chamam você, quais aceitam a sua candidatura e quanto pagam. Em troca, a diretoria cobra mais de quem tem nome.
Nos primeiros jogos de liga no cargo, a diretoria não ameaça, nem a de quem chegou no meio do ano. Depois, conforme a confiança cai, vêm o alerta, o ultimato e a demissão, sempre com o ultimato antes. Se o time reage, o cargo volta a ficar tranquilo. Você também pode pedir demissão, pelo menu ou no fim de jogo.
Desempregado, você vê uma tela própria, com as propostas e a Central de empregos. As propostas chegam como notícia, de quem acabou de demitir o técnico, de quem está mal na tabela e de quem só está procurando, e só chama quem aceita o seu nível. Ao aceitar, você assume na hora: elenco, caixa, estádio, dívida e cores passam a ser os do clube novo.
Uma decisão puxa a outra
Passar do esperado
Você termina acima do que a diretoria pedia.
A reputação sobe e, ao trocar de nível, mais clubes aceitam o seu nome.
Jogadores de clubes maiores passam a ouvir as suas propostas.
No ano seguinte, a diretoria cobra mais.
O rebaixamento
Seu time cai.
A reputação cai junto.
Se o nível descer para Estadual ou Municipal, jogadores que viriam passam a recusar.
Sair ou ser mandado embora
A confiança despenca e chega o ultimato.
Você pede demissão antes que ela venha.
Perde menos reputação do que se fosse demitido.
Mas o ex-clube nunca mais chama você.
A cadeira vazia
Um clube da sua liga demite o técnico.
Nas rodadas seguintes, ele tende a chamar você, se o seu nível bastar.
Você aceita o clube na lanterna no meio do ano.
A carência conta da sua chegada, e depois a diretoria mede a posição que você herdou.
Na prática
O nome que abre portas
- Começo
Você começa num gigante e já é técnico de nome.
- Anos depois
Assume um clube pequeno, mas a reputação vem junto.
- Na janela
O jogador de um clube bem maior aceita ouvir a sua proposta, e a tela diz que foi a reputação.
Com técnico Municipal ou Estadual, o mesmo jogador recusaria antes de ouvir.
O campeonato dos amigos
- Novo jogo
Três técnicos humanos, cada um com o seu clube, o seu caixa e a sua carreira.
- A rodada
Cada um escala na sua vez, e a tela avisa de quem é a vez.
- O confronto
No jogo entre dois humanos, cada um comanda o seu lado, e uma lesão abre a janela de quem precisa decidir.
- A demissão
Um amigo é demitido, o clube dele vira vaga, e outro amigo desempregado pode ser chamado.
O que pesa na balança
Ter nome
Ganha
- Jogadores de clubes maiores aceitam ouvir.
- Mais clubes chamam, e pagam mais.
- A diretoria começa o ano mais satisfeita.
Paga
- A diretoria cobra mais.
- Um rebaixamento custa caro na escada.
Em breve
Diretoria mais sensívela eliminações e a derrotas seguidas.
Mexe com
- Diretoria e torcidaA confiança da diretoria decide alerta, ultimato e demissão.
- Rankings de técnicos e de clubesCada jogo soma pontos no ranking de técnicos, que segue você de clube em clube.
- Mercado e finançasA reputação abre ou fecha a porta dos jogadores de clubes maiores.
- Copas internacionais e rankingsCom o calendário do Brasil, dá para treinar um clube de fora.