Como funciona
No mercado, cada jogador tem um preço que dispara com a qualidade, e cada clube tem um caixa do tamanho do seu porte. Você procura com filtros, faz proposta, recebe contraproposta, leva seus craques a leilão ao vivo, parcela, adianta no banco, e decide entre segurar o ídolo ou faturar. O pequeno revela e vende, o grande compra e mantém. E no fim do mês, o saldo não mente.
A escala do dinheiro
O valor de mercado não cresce em linha reta: ele dispara com a força. Poucos pontos de qualidade multiplicam o preço, e o salário acompanha (gira em torno de 1% do valor por mês).
| Força | Vale ~ | Salário ~/mês |
|---|---|---|
| 95 (craque mundial) | R$ 290 mi | R$ 2,9 mi |
| 90 | R$ 180 mi | R$ 1,8 mi |
| 80 (bom titular) | R$ 60 mi | R$ 600 mil |
| 70 (titular médio) | R$ 17 mi | R$ 170 mil |
| 60 | R$ 4 mi | R$ 42 mil |
| 50 (jovem) | R$ 800 mil | R$ 8 mil |
De um titular mediano a um craque mundial, o preço multiplica quase vinte vezes. A idade também pesa: o valor pica entre 24 e 28 anos e cai depois (um craque de 33 vale uns 30% menos, aos 35 quase metade).
Os números desta página refletem o balanceamento atual do jogo, que ainda está em testes. Os valores podem mudar até o lançamento.
O caixa é do tamanho do clube
Tudo passa pelo caixa, e o porte define o jogo. Um gigante começa com uma montanha de dinheiro e patrocínio gordo; um pequeno faz milagre com pouco.
| Porte do clube | Caixa inicial | Patrocínio/mês |
|---|---|---|
| Gigante | ~R$ 250 mi | ~R$ 5,6 mi |
| Médio | ~R$ 40 mi | ~R$ 900 mil |
| Pequeno | ~R$ 10 mi | ~R$ 225 mil |
Cada vitória rende cerca de R$ 400 mil em premiação, e a bilheteria entra a cada jogo em casa (lota nos clássicos e na briga por título). Do outro lado, os salários consomem o caixa todo fim de mês. O saldo manda no que você consegue fazer.
Dinheiro não basta: a grandeza decide
Um ídolo de um grande não desce pra qualquer clube. Se o comprador é pequeno demais, o jogador recusa de cara. Por isso o caminho do pequeno não é comprar pronto, é revelar, e essa é a ponte com a Academia e o Desenvolvimento.
O grande compra pronto
Tem caixa e tem grandeza para atrair o craque já formado, e pagar o salário que ele pede pra manter o nível do elenco lá em cima.
O pequeno revela e vende
Aposta numa promessa barata, uns R$ 4 milhões numa joia de força 60 com potencial alto, dá minutos, desenvolve e vende caro pra um grande. É assim que ele cresce de porte ao longo dos anos.
As decisões que dão vida
Vender o ídolo
Chega uma oferta de R$ 80 milhões pelo seu camisa 10. O caixa agradece, mas a torcida ama o cara. Segura ou fatura?
Parcelar e adiantar
Vendeu por R$ 60 milhões em 6 parcelas, mas precisa do dinheiro agora. O adiantamento bancário te paga à vista, com desconto: fôlego imediato contra dinheiro deixado na mesa.
Leilão ao vivo
Você lista o jogador e dois clubes entram numa guerra de lances. O preço sobe na sua frente. Aceita o pico ou espera mais?
Contraproposta
Você oferece R$ 30 milhões, o clube pede R$ 45. Aí negocia de verdade: valor, salário, duração do contrato e forma de pagamento, até fechar ou desistir.
Caixa no vermelho
Os salários passaram a receita e o saldo virou negativo. Você é obrigado a vender antes que o clube afunde. Decisão dura, consequência real.
Empréstimo
Um jovem que não joga vai emprestado ganhar rodagem, e costuma voltar valorizado. Mais um gancho com o desenvolvimento do elenco.
