Como funciona
O estádio tem arquibancada, cadeira e camarote, e cada setor tem um preço por competição: um para a liga, outro para a Copa, outro para a Libertadores. A arquibancada é quem mais sente o preço; o camarote, quem menos. Para cada competição o jogo mostra o preço sugerido, a procura, a ocupação e a renda previstas, e um botão para usar o sugerido. O preço novo vale do próximo jogo em diante.
O público de cada jogo depende da torcida do clube e do tamanho do estádio, e o espaço vazio enche com a fase do time, o tamanho do adversário (rival conta como grande) e a briga pelo título na reta final. Clássico tradicional garante boa parte dos lugares mesmo com o time mal. A mesma procura decide a vantagem de jogar em casa na liga: estádio cheio empurra mais.
Dá para ampliar (paga à vista, com parte do estádio fechada durante a obra e um teto de crescimento), reformar (rejuvenesce o estádio e baixa a manutenção, mas fecha metade dos lugares por mais de um ano e meio) ou construir um estádio novo. Uma obra de estrutura por vez. São também sete melhorias, de iluminação a segurança, e o gramado pode subir de Bom para Muito bom ou Excelente.
O estádio novo é financiado: uma entrada na assinatura e o resto em parcelas sem juros até a entrega, todo dia 1º, haja caixa ou não. Na entrega, o clube vira dono de uma arena com mais camarotes, recebe mais público nas duas primeiras temporadas, ganha reputação e passa a vender o nome do estádio.
Quem joga em estádio de terceiros deixa uma parte de cada bilheteria com o dono, não amplia, não reforma e não vende o nome, mas também não paga a manutenção da estrutura. O dono paga, por lugar e por mês, e o estádio velho custa bem mais que o novo.
Uma decisão puxa a outra
Construir a arena
Você assina o estádio novo.
As parcelas saem todo dia 1º, por duas ou três temporadas.
Na entrega, mais camarotes: o mesmo torcedor rende mais sem mexer no preço.
Acaba o aluguel e começa o naming rights.
Você passa a pagar a manutenção, na faixa mais barata por ser novo.
O estádio caro no rebaixamento
Você assina o estádio com a reputação lá em cima.
O valor do naming rights fica travado nesse dia.
Se o clube cair para a Série B, ele cai pela metade; na C, zera.
As parcelas continuam, justamente no ano mais apertado.
Mexer no preço
Você dobra o preço do camarote.
O setor perde parte do público.
A renda do camarote sobe: ele quase não sente o preço.
Na arquibancada, o mesmo aumento esvazia o setor e derruba a renda.
A sequência que lota
O time engata uma sequência de vitórias.
A procura sobe até lotar: mais renda e, na liga, mais vantagem de jogar em casa.
A vantagem ajuda a sequência a continuar. A sequência ruim faz o caminho contrário.
Na prática
Estádio a prestação
- Assinatura
Você paga a entrada. A tela só confere se ela cabe no caixa.
- Dois anos e meio
As parcelas pesam nas Finanças de três temporadas, todo dia 1º.
- Entrega
Festa de inauguração no noticiário, mais público por duas temporadas e o nome do estádio vendido.
Quem assina com o caixa justo para a entrada descobre o resto nas parcelas.
A melhoria jogada fora
- Às vésperas
Faltam poucos meses para a arena ficar pronta, e você faz uma melhoria no estádio velho.
- Inauguração
A melhoria fica para trás com o estádio antigo.
O que pesa na balança
Fazer as sete melhorias
Ganha
- Mais renda em cada jogo.
- Torcida mais satisfeita com o estádio.
Paga
- O custo de cada obra, à vista.
- A manutenção mensal de cada uma, para sempre.
Em breve
Tela nova do Estádioduas propostas de visual esperando a escolha.
Naming rights do estádio antigocom marca, anos, valor e negociação, e a torcida reclamando mais se o estádio for histórico.
Mexe com
- Público e mandoA procura que enche o estádio é a mesma que dá a vantagem de jogar em casa.
- Mercado e finançasBilheteria entra, obras e manutenção saem do mesmo caixa.
- Patrocínios e SAFO nome do estádio novo é um patrocínio, e o do antigo vem aí.
- Elenco e energiaO gramado do seu estádio mexe no cansaço dos dois times.