Desenvolvimento e Base

Mecânica do jogo

Desenvolvimento e Base

Jovens evoluem de verdade: dê minutos à joia e veja a força subir, temporada após temporada.

Como funciona

Todo jogador tem a força de hoje e um potencial, o teto que ele pode alcançar. O potencial aparece como uma nota em estrelas e vem com incerteza: um jovem quatro estrelas pode terminar um pouco acima ou abaixo disso, e o tempo vai afinando essa leitura. Uma barra de Desenvolvimento mostra o quanto ele já caminhou rumo ao próprio teto.

A evolução é contínua: a força muda em passos pequenos a cada rodada, sem pulo mágico na virada do ano. E a sua gestão pesa, porque o ritmo de crescimento vem dos minutos em campo.

Potencial em estrelasDesenvolvimento %Evolução contínuaMinutos importam
Tela da Academia de Juniores do BrasManager com a lista de jovens e suas colunas de posição, idade, desenvolvimento, potencial em estrelas, características e valor
PréviaA Academia de Juniores: cada jovem com posição, idade, desenvolvimento, potencial em estrelas, características e valor. Visual em desenvolvimento.

Dê minutos à joia

Uma joia de 20 anos, força 60, com um teto bem alto. O que muda numa única temporada, conforme o quanto ela joga:

Se a joia jogar comoForça no fim (começou em 60)
Titular71
Reserva69
Fora do time67

Quem joga sobe quase o dobro de quem fica de fora, numa temporada só. Encostar um jovem não congela ele, mas atrasa o florescimento.

A curva de uma carreira

A mesma joia, agora acompanhada dos 18 aos 36 anos. Ela sobe na juventude, atinge o auge perto dos 28 e declina depois. Jogando sempre, floresce mais cedo e chega ao teto. Cada posição tem o seu tempo: o atacante alcança o pico mais cedo, o goleiro mais tarde, e um craque declina devagar, podendo ser o melhor em campo ainda passados os 30.

6070809018 anos24 anos28 anos32 anos36 anosauge (90)Sempre titularSempre fora

Tem joia e tem coadjuvante

Cada jogador tem o seu teto, e ele muda tudo. Um coadjuvante, mesmo jogando sempre como titular, tem um teto perto de 68 e começa a cair logo depois do auge. Um fora de série passa dos 90 e ainda manda em campo aos 34. Repare que todos atingem o auge na mesma idade, perto dos 28 para jogadores de linha, porque a idade do pico vem da posição, não do teto. O que muda é a altura do auge e a velocidade da queda: quanto maior o teto, mais alto o pico e mais devagar o declínio. O craque segura o nível, o coadjuvante desce sem freio.

5060708090auge aos 281822262830323436idadeFora de série (96)Joia / craque (90)Titular sólido (80)Coadjuvante (68)

A posição também desliza o auge: um atacante chega ao pico por volta dos 27, um goleiro lá pelos 30. A curva do goleiro é a do atacante empurrada pra frente, e por isso tanto goleiro brilha passados os 30.

Um mundo que envelhece com você

Academia de juniores

Cada clube tem a sua, com até 40 jovens. Na ficha de cada um você vê posição, idade, desenvolvimento, potencial em estrelas e valor, e decide quem sobe pro elenco principal, quem sai e até o apelido.

Uma safra nova todo ano

A cada temporada nasce uma nova geração. Toda safra pode revelar um craque, e de tempos em tempos aparece um fenômeno já pronto aos 18, raro como na vida real.

Aposentadoria com despedida

Ninguém some por uma regra de idade. O jogador anuncia que vai parar, faz a sua temporada de despedida e encerra a carreira, com os números preservados no histórico.

O topo não incha

Os melhores ficam sempre num patamar parecido, e um craque fora de série é raríssimo. Quando um grande declina ou para, abre vaga no topo pra um jovem subir, geração após geração.

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