Como funciona
Cada jogador tem a força de hoje e um teto, até onde ele pode chegar. O teto nunca aparece como número: o olheiro o lê em estrelas, de meia a cinco. Aos 16 ou 17 anos a leitura pode errar meia estrela para cima ou para baixo; a partir dos 23, ela acerta.
A força anda a cada rodada da liga, não só na virada do ano, e a força nova já vale no jogo seguinte. O ritmo depende do papel: o titular cresce no ritmo cheio, quem entra do banco cresce menos, e quem não joga ou está na Academia cresce bem menos. Só a liga conta: Copa, estaduais e amistosos não dão ritmo.
Até a idade de pico, o jogador se aproxima do próprio teto, e quanto mais jovem, mais rápido. Ninguém passa do teto. Depois do pico vem a queda, que acelera a cada ano e vale para todos, titular ou reserva: jogar só acelera a subida. Craques de teto muito alto caem mais devagar. O goleiro chega ao auge mais tarde, o atacante mais cedo.
O valor de mercado cresce muito mais rápido que a força: poucos pontos a mais fazem um jogador valer várias vezes mais.
Cada clube tem uma Academia, e todo ano chega uma safra de juniores de 16 a 18 anos. O teto da safra depende da força da liga e do porte do clube: clube pequeno de divisão baixa não forma craque, salvo uma joia rara que escapa da regra. Na sua Academia nada é automático: ninguém sobe sozinho e ninguém é dispensado por idade. Cada júnior tem três botões: promover, dar um apelido e dispensar.
Uma decisão puxa a outra
O garoto titular
Você escala o meia de 20 anos como titular.
Ele cresce no ritmo cheio, rodada a rodada, e a força nova já vale no jogo seguinte.
O valor de mercado dispara: alguns pontos a mais numa temporada fazem ele valer várias vezes mais.
A joia encostada
Você deixa a joia no banco ou na Academia.
Ela cresce bem mais devagar.
Chega ao auge mais baixa do que chegaria jogando.
Como a queda depois do pico é igual para todos, termina a carreira mais fraca.
A safra que não cabe
A safra nova chega com a sua base cheia, e a rodada trava.
Você abre a Academia e escolhe quem fica.
Dispensar apaga o garoto para sempre; promover põe mais um salário na folha.
Subir puxa a base
Seu clube ganha títulos e sobe de divisão.
Na virada, a reputação do clube e a força da liga sobem.
O teto da safra seguinte sobe junto, e a base passa a revelar melhor.
Na prática
Jogar ou encostar
- Pré-temporada
Você tem um meia de 20 anos e um titular veterano na mesma vaga.
- Fim do ano
Se o garoto jogou todas as rodadas, termina a temporada alguns pontos mais forte do que terminaria no banco.
- Anos depois
Os dois chegam ao pico, mas quem jogou chega mais cedo e mais alto.
Minuto em campo é investimento: o retorno vem em força e em valor de mercado.
Despedida anunciada
- Virada do ano
Seu atacante de 34 anos, que já foi craque e hoje é só bom, anuncia que vai parar.
- Temporada
Ele joga a última temporada inteira, e você não pode segurá-lo.
- Fim de ano
Ele aparece nas despedidas do mundo, e a vaga precisa de um substituto.
Quanto mais o veterano caiu do que já foi, maior a chance de ele parar. O goleiro costuma ir mais longe.
O que pesa na balança
Promover cedo
Ganha
- Jogando, o júnior cresce bem mais rápido que na Academia.
- A vaga dele na base abre para a próxima safra.
Paga
- O salário entra na folha na hora.
- Um jogador ainda cru ocupa uma das vagas do elenco.
Em breve
Ficha nova do jogadorcom a carreira e o crescimento de cada um numa tela só.
Mexe com
- Elenco e energiaQuem joga cresce; quem fica no banco cresce menos.
- Mercado e finançasForça a mais vira valor de mercado muito maior, e a joia vira a venda do ano.
- MoralMinutos em campo também levantam a moral do jogador.
- Competições do BrasilSó a liga dá ritmo de evolução, e subir de divisão melhora a base.